Como a tecnologia influencia o comportamento de compra no turismo

Tempo de leitura: 3 minutos

Ninguém pode contestar que a internet e as redes sociais mudaram o comportamento de compra do consumidor e, consequentemente, a forma de se fazer o marketing. Nesse novo ambiente, o marketing digital para empresas de turismo abre novas possibilidades que devem ser exploradas para suprir as necessidades do Turista 2.0.

Quem é o Turista 2.0

O Turista 2.0 é aquele tem quem tem seu comportamento de compra ativo na internet. Ele acabou se tornando sua própria agência de viagem, pois pode tirar dúvidas sobre seus possíveis destinos, saber sobre a experiência de outras pessoas e construir seu roteiro em redes sociais ou blogs. Nesse novo cenário, são necessárias mudanças na distribuição de produtos turísticos.

Observando as mudanças tecnológicas e comportamentais, fica evidente que as agências de turismo devem se adaptar a uma nova realidade, porque o planejamento que antes se iniciava dentro dessas empresas hoje começa na internet. Segundo uma pesquisa realizada pelo Google, 85% das pessoas que viajam a lazer usam a internet como principal recurso para planejamento.

Para que as agências de viagem não sejam engolidas pelos grandes players de mercado, como Decolar.com e AirBnB, é necessário ganhar relevância para atingir o público online. O primeiro passo é projetar a marca na internet.

Como se adaptar a esse novo comportamento de compra

Segundo o E-commerce News, entre 60 e 70% dos processos de compras se iniciam na internet. Ou seja, no mínimo 60% dos seus futuros clientes buscam entender como resolver um problema e pesquisam possibilidades de empresas para contratar. Então, é necessário que seu site esteja preparado para receber esses visitantes e que o fechamento de vendas possa acontecer tanto em visitas ao estabelecimento quanto online.

Para não perder para os grandes players do mercado atual, você precisa acompanhar o comportamento de compra do Turista 2.0 e atrai-lo para seu site. A partir de um contato deixado em um formulário, uma newsletter ou em landing pages, por exemplo, você consegue iniciar um relacionamento com essa pessoa. Chamá-la pelo nome e saber quais são seus desejos e necessidades facilita a criação um relacionamento mais próximo para que ela percorra a jornada de compra definida de forma mais fluida.

Uma das primeiras dicas é não tornar o site de sua agência de turismo um cartão de visita estático e acreditar que apenas o design fará todo o trabalho. Conteúdo é tudo nesse momento. Entre as características do novo comportamento de compra dos viajantes estão questionamentos que seu site pode responder – e alguns concorrentes também.

Para isso, o principal mecanismo de busca, o Google, precisa ter facilidade no momento de indexar sua página com um conteúdo original, de relevância e bem estruturado. O resultado dessa ação é mais tráfego, que pode gerar novas oportunidades e fechamento de vendas.

O público também não gosta de monólogos. Interagir com ele nas redes sociais, por exemplo, com notícias, histórias e opiniões, gera um valor empático na pré venda, na venda e no pós venda. Isso não demanda grande aparato tecnológico, mas também não significa que sua agência conseguirá sair do zero e aumentar o número de vendas do dia para a noite.

Entender o que o consumidor dos seus pacotes de viagem deseja, monitorar o comportamento dele e definir uma jornada de compra auxiliará na criação de todos os gatilhos para as etapas que permitam conhecer e qualificar cada vez mais seus futuros clientes. Com isso, toda a cordialidade que um cliente experimenta presencialmente também existirá no meio. Basta ter uma estrutura de marketing de excelência!

O que você pensa a respeito do comportamento de compra do Turista 2.0? Deixe a sua opinião nos comentários!

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